Vereador acusa Prefeitura de Cocos de impedir atendimento oftalmológico gratuito por politicagem

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Equipe de atendimento – Foto encaminhada pelo parlamentar

O vereador Gregson Luz (PRD) de Cocos acusou a Prefeitura Municipal de Cocos e a Vigilância Sanitária de impedirem a realização de atendimentos oftalmológicos gratuitos no município, nessa quinta-feira dia 14 de maio.

Segundo o parlamentar, o projeto “Mais Visão”, que oferece consultas, exames e distribuição gratuita de óculos, tentou se instalar na cidade, porém teve o alvará negado pela gestão municipal.

De acordo com Gregson, a equipe do projeto já possuía documentação estadual regularizada, além de toda documentação necessária da empresa responsável pelo atendimento.

Ainda conforme o vereador, inicialmente a Vigilância Sanitária teria alegado falta de documentação, mas após a apresentação dos documentos, outras exigências passaram a ser feitas.

Quando apresentamos os documentos necessários, apareceram com outras situações”, afirmou o vereador.

Gregson disse ainda que cerca de 106 pessoas já haviam sido atendidas e irão receber os óculos gratuitamente. Segundo ele, mais de 300 pessoas deixaram de ser atendidas devido à situação.

O parlamentar acusou a gestão municipal de perseguição política e arbitrariedade.

Mais de 300 pessoas foram prejudicadas por conta da perseguição e politicagem, simplesmente porque o projeto foi trazido por mim”, declarou.

A reportagem do Alerta Bahia entrou em contato com o prefeito de Cocos, Clevyn Domingues, para comentar as acusações.

Segundo o gestor municipal, não houve interferência política e a situação envolve questões relacionadas às exigências legais e sanitárias necessárias para funcionamento do atendimento. E que em nota a Secretaria de Saúde informou que foram identificadas necessidades relacionadas à apresentação prévia de documentos essenciais. A Prefeitura informou ainda que as exigências seguem orientações sanitárias aplicáveis a mutirões de saúde, incluindo recomendações técnicas da Anvisa.

Já o vereador rebateu a justificativa da gestão e afirmou que toda a documentação necessária já havia sido apresentada anteriormente pelo projeto, e que a justificativa é inverídica.

O caso segue gerando repercussão no município.

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Publicado em: 15/05/2026 – 11:57

Da Redação.

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