Suspeitos presos na Operação “Cortes” que apura homicídio na BR-030 em Carinhanha são encaminhados para Guanambi

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Imagem da operação – Foto PC-BA

Os quatro suspeitos presos durante a Operação “Cortes”, deflagrada pela Polícia Civil na manhã dessa terça-feira dia (05) de maio, no município de Carinhanha, oeste da Bahia, foram encaminhados para a cadeia pública da cidade de Guanambi, onde devem permanecer custodiados pelo prazo de 30 dias, conforme determina o mandado de prisão temporária expedido pela Justiça.

A operação investiga o homicídio de João Pedro Fogaça Araújo, encontrado morto às margens da BR-030, nas proximidades do povoado de Cheira Cabelo, na zona rural de Carinhanha.

Os investigados foram identificados como Jean Santana, José Nogueira, Pedro Nogueira e Eduardo Santana. Conforme apurado pela reportagem do site Alerta Bahia, três deles residem no povoado de Feirinha de Santa Luzia, enquanto o outro mora em uma comunidade próxima conhecida como Larga.

Segundo apurou a reportagem do Alerta Bahia, os investigados foram acompanhados por advogado após prisão e utilizaram o direito constitucional de permanecer em silêncio, não havendo confissão sobre a participação no crime.

Ainda conforme informações obtidas pela reportagem, durante as oitivas realizadas pela Polícia Civil, surgiram contradições em relatos e também indícios considerados relevantes pela investigação. Esses elementos acabaram fortalecendo a linha investigativa e pode ter motivado o pedido de prisão temporária apresentado pela autoridade policial responsável pelo caso.

Em apuração feita pela reportagem, foi colhida a informação de que, inicialmente, a principal linha investigativa aponta para uma possível motivação ligada a desentendimento ou briga envolvendo mulher. Entretanto, até o momento, a motivação oficial do crime ainda não foi divulgada pelas autoridades policiais.

A Polícia Civil segue aprofundando as investigações e realizando análise de provas e materiais apreendidos, incluindo aparelhos celulares recolhidos durante a operação.

Os presos ainda devem passar por audiência de custódia, procedimento padrão do Judiciário após prisões dessa natureza.

Após o prazo inicial de 30 dias da prisão temporária, a Delegacia Territorial de Carinhanha deverá definir os próximos passos da investigação, podendo solicitar a prorrogação da prisão temporária, a conversão para prisão preventiva ou a liberdade dos investigados, dependendo do avanço das apurações e das provas produzidas no inquérito.

O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil.


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Publicado em: 06/05/2026 – 11:43

Da Redação

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