
O Centro de Umbanda São Jorge Guerreiro, localizado na Rua Henrique Dias, em Guanambi, voltou a ser alvo de criminosos e vive uma sequência de ataques.
Entre a noite de sábado dia (02) de maio e a madrugada de domingo dia (03) de maio, o templo foi invadido duas vezes, resultando em furtos e danos à estrutura. Com o novo episódio, o centro já soma oito arrombamentos em menos de seis meses.
De acordo com informações da instituição, o primeiro ataque ocorreu por volta das 20h00min, enquanto o segundo foi registrado por volta das 04h00min. Câmeras de segurança flagraram a ação dos invasores.
Durante as invasões, foram registrados danos ao telhado, ao sistema de abastecimento de água e a diversos objetos do local. Entre os itens levados, está o motor de uma geladeira, além da destruição de utensílios utilizados nas atividades religiosas.
“Desta vez foi uma destruição absurda. Levaram objetos, quebraram tudo e tentaram levar até a caixa d’água”, relatou o vice-presidente do centro, Joel das Neves.
O caso acontece poucos dias após outro episódio que ganhou repercussão, quando a fachada do templo foi alvo de pichações com símbolos nazistas, aumentando ainda mais a preocupação com a segurança.
Suspeito é localizado e preso
Ainda no domingo dia (03/05), a Polícia Militar informou que realizou a prisão de um suspeito de envolvimento em um dos furtos.
Segundo o 17º BPM, a ação ocorreu por volta das 12h53min, durante patrulhamento, após informações sobre o crime ocorrido na noite anterior, por volta das 22h00min.
Com base em imagens de segurança e denúncias de populares, os policiais identificaram um suspeito, um homem de 29 anos, com características semelhantes às registradas.
Durante diligências, a guarnição localizou o indivíduo em sua residência, onde foi encontrado o boné utilizado na ação criminosa.
Diante dos fatos, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Polícia, onde foram adotadas as medidas cabíveis.
A direção do centro informou que registrou boletim de ocorrência e entregou as imagens às autoridades. A Polícia Civil deve seguir com as investigações para identificar possíveis outros envolvidos e esclarecer a motivação dos crimes.
Os ataques recorrentes têm gerado revolta e sensação de insegurança entre os frequentadores.
“Chega, não aguentamos mais”, desabafou um membro da instituição.
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Publicado em: 04/05/2026 – 06:46
Da Redação






