Polícia Civil prende homem que perseguia e atacava estudantes a caminho da escola em Carinhanha

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Imagem somente ilustrativa

A manhã desta segunda-feira dia (24) de agosto trouxe um grande alívio para as famílias carinhanhenses. Em uma ação cirúrgica e de pronta resposta investigativa, a Polícia Civil cumpriu um mandado de prisão preventiva e retirou de circulação um indivíduo acusado de aterrorizar crianças e adolescentes nas vias públicas do município.

A captura aconteceu por volta das 09h00min, na movimentada Avenida Santo Antônio, localizada no Centro da cidade. Conforme apurou o Alerta Bahia, o investigado foi identificado pelo apelido de Gugu.

A prisão é o resultado de um trabalho técnico minucioso que conseguiu mapear o modo de agir do criminoso e reunir provas contundentes contra ele. De acordo com os levantamentos da Polícia Judiciária, Gugu realizava um cerco sistemático e perseguições contra meninas com idades entre 10 e 16 anos. Ele se aproveitava estrategicamente de terrenos baldios e de rotas de passagem obrigatória das alunas a caminho das escolas para realizar as abordagens intimidatórias. A situação atingiu um nível alarmante recentemente, quando a polícia registrou e investigou de imediato uma investida corporal e violenta contra uma adolescente de 16 anos.

O histórico do indivíduo detido mostra a periculosidade do seu convívio em sociedade. O mapeamento policial evidenciou a reincidência do autor, que já responde a processos por tentativa de estupro de vulnerável e outros crimes de natureza sexual.

Ao acolher integralmente o pedido de prisão formulado pela Delegacia Territorial de Carinhanha, o Poder Judiciário destacou que a detenção preventiva era a única medida capaz de colocar um fim imediato ao severo abalo psicológico, ao pavor e ao isolamento social impostos às vítimas e suas famílias na comarca.

A operação de captura ocorreu com total precisão técnica, sem qualquer alteração da ordem pública. O indivíduo foi conduzido à unidade policial, onde teve sua prisão formalizada no sistema do Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP), e agora permanece recluso e à disposição da Justiça aguardando a audiência de custódia.

Com uma visão humana além do trabalho ostensivo, a Polícia Civil também articulou o acionamento do Conselho Tutelar para garantir o imediato acolhimento e suporte psicológico das estudantes e familiares traumatizados pelos ataques.

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Publicado em: 24/08/2026 – 11:12

Da Redação

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