
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste sábado, 3 de janeiro, a captura do líder venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, após um ataque militar de “grande escala” realizado em Caracas. A operação, que teria ocorrido na madrugada, culminou na retirada de Maduro do país e na declaração de Trump de que os EUA assumirão o governo da Venezuela temporariamente.
A informação, veiculada por grandes agências de notícias internacionais, indica que a ação militar americana foi justificada por acusações de “narcoterrorismo” e outras imputações criminais contra Maduro, que há muito tempo é alvo de sanções e críticas de Washington.
Detalhes da Operação e Planos dos EUA
Segundo o anúncio de Donald Trump, a operação, apelidada de “Resolução Absoluta”, foi conduzida por forças de segurança americanas e resultou na detenção de Maduro e sua esposa. O líder venezuelano teria sido levado a bordo do porta-aviões USS Iwo Jima, a caminho dos Estados Unidos, onde enfrentará as acusações.
Em coletiva de imprensa na Flórida, Trump foi enfático ao declarar o plano de Washington para o futuro imediato da Venezuela: “Nós vamos governar o país [Venezuela] até o momento em que possamos fazer uma transição segura, adequada e criteriosa. Não queremos que outra pessoa assuma o poder e nos deparemos com a mesma situação que tivemos nos últimos anos”.
O presidente americano não estabeleceu um prazo para a ocupação, mas afirmou que a decisão de quando o país retornaria ao controle venezuelano caberia aos Estados Unidos.
A ação militar unilateral dos EUA gerou uma onda de reações internacionais, com forte condenação de países como China, Irã e Rússia, que classificaram o ataque como uma “grave violação do direito internacional”.
No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se manifestou, embora com uma demora de sete horas, classificando o ataque como “inaceitável” e uma violação da soberania venezuelana, que abre um “precedente perigoso“. Fontes do Palácio do Planalto expressaram temor sobre um possível “vácuo de poder” na Venezuela e a desordem social que poderia surgir. Em contraste, o presidente argentino, Javier Milei, celebrou o “avanço da liberdade”.
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Publicado em: 03/01/2026 – 20:26
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